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Comunidades Tradicionais

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O que são As políticas públicas voltadas para os Povos e Comunidades Tradicionais, são recentes no âmbito do Estado brasileiro e tiveram como marco a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que foi ratificada em 1989 e trata dos direitos dos povos indígenas e tribais no mundo. No Brasil, esse público passou a integrar a agenda do governo federal em 2007, por meio do Decreto 6040, que instituiu a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), sob a coordenação da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) da Presidência da República.  De acordo com o Decreto 6040, os povos e comunidades tradicionais são definidos como "grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando c...

Minha História.

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                                                            Graduado em licenciatura plena em história 2010, pós - graduado Lato-sensu em história das culturas afro-brasileira e indígena 2011, conselho de educação do Amapá no período de 2011 a 2012, Assessor Técnico de projetos culturais regularização fundiária e educação Quilombola. Principais atividades: implantação de políticas públicas de ações afirmativas do Estado através dos projetos SEAFRO PRESENTE COM VOCÊ, que fez um levantamento historiográfico das populações afros descendente do Estado; criador do projeto prêmio seafro de educação quilombola, intitulado – Igualdade Racial na Escola é coisa séria; organizador do projeto afro ritmos, que implementa a lei 10639/03, com forma dinâmica através da musica. Palestrante sobre a temática educação Quilombola no Amapá em cayene no evento...

MEU PONTO DE VISTA DA NOSSA HISTÓRIA

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A história que não foi contada.     embarque no navio tumbeiro A história da escravidão no Brasil, ou desde os seus ritos iniciais, nos revela um personagem coadjuvante que, ao longo de toda essa odisseia torna-se personagem principal. Tudo transmitido na oralidade de forma subliminar não (sei se) pensado, planejado.            O continente africano, cenário da extração forçada dos guerreiros, rainhas e reis, ao migrarem por águas transoceânicas eram obrigados a circundar a tal árvore do esquecimento - para que se esquecesse de sua terra, de sua vida livre; foi o primeiro passo de uma construção da liberdade. No embarque varias etnias partindo de um mesmo continente que aos montes no porão do navio tumbeiro, tentam se comunicar, articular. “Segundo Eduardo Fonseca Júnior no livro “Quilombo do Zumbi a História que não foi Contada”, um translado torturante, sendo a carga de tamanha importância ao desenvol...